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by Comunidades Praticas - Thursday, 5 April 2012, 5:38 PM
 

Você já presenciou situações de protecionismo em relação à crianças com necessidades especiais? Em caso afirmativo, narre o fato e exponha suas impressões.

Caso nunca tenha vivenciado uma situação com essa, o que você pensa sobre o assunto?

 
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by tatiana camargo - Tuesday, 22 May 2012, 11:10 AM
 

Nunca vivenciei situação parecida. Porém acredito que seja natural essa ideia de proteger uma pessoa com necessidades especiais, pois temos uma concepção de fragilidade e impotência com relação a esta pessoa. Então, acabamos protegendo ela, evitando muitas vezes, um contato com alguma situação que acreditamos ser constrangedora para aquela pessoa, o que, quase sempre, está equivocada, uma vez que todos precisam conviver e solucionar problemas, independente de talentos ou deficiências que se tenha.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 8:32 AM
 

Tatiana, infelizmente esta situação é mais comum do que você imagina, atrapalhando a independência e prejudicando o desenvolvimento de novas habilidades para as pessoas com deficiência. Cabe a cada um de nós oportunizar novos desafios e investir nas potencialidades de cada um.

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by Alessandra Madasqui - Monday, 28 January 2013, 8:13 PM
 

Concordo com vc Jeyse, embora eu nunca tenha trabalhado com algum aluno assim.

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by SUELI SANTOS DELPECH - Saturday, 23 June 2012, 7:37 PM
 
Somos todos iguais na diferença.Temos que meditar sobre esta frase e depois comentar ou agir sobre este assunto.
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by Michelle Ramos Bragança Siqueira - Saturday, 30 June 2012, 11:11 PM
 

rrr

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by Catiuscia Severo - Monday, 15 October 2012, 2:46 PM
 

Boa Noite.!!!

Existe muitas situações de super proteção, em que os pais esquecem que tem outros filhos  ditos "normais" que prescisam da atenção dos pais. causando assim uma grande frustração na criança dita "normal" em torno de sua condição no mundo.

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by Patricia souza de Lima - Sunday, 18 November 2012, 7:05 PM
 

Sim, tive um aluno chamado fernando ele parecia com a menina do video , um periodo ele ia para PAE eo outro para escola regular , que era meu aluno BATATA como era chamado realizava as atividades normais como qualquer outro aluno e não havia sinais de desrespeito ou preconceito   em algumas disciplinas ele apresenta mais dificuldades e em outras ele ia bem  e todos tinha uma boa relação com ele e o respeitavam em sua limitação.

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by Franciele Priscila Alexandrino Gomes - Wednesday, 23 May 2012, 7:07 AM
 

O nosso país em meio Educacional não está preparado para receber em escolas ainda crianças com necessidades especiais. A socialização fica de lado que é uma´pena!

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 8:39 AM
 

Este é um processo lento e gradual, porém necessário. As pessoas com deficiência ficaram historicamente escondidas em casa e agora estão cada dia mais presentes na sociedade. A escola é um espaço de socialização ímpar, que está vivenciando um momento de transição de paradigmas rumo ao processo educacional efetivamente inclusivo.

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by Rosimara Negri Gomes - Wednesday, 17 October 2012, 1:31 PM
 

Concordo com vc Jeyse, as pessoas com deficiência estão conquistando cada vez mais os seus direitos e nós, educadoras, temos que estar atentas ao processo educacional para que todos tenham acesso à uma educação de qualidade.

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by Adriana Santos Costa - Tuesday, 20 November 2012, 6:04 PM
 

Olá Jeyse,

Concordo com você. Estamos passando por um momento de transição, num processo gradual que tem se ajustado aos pouco. Prova disso, é que em nossas escolas estamos acolhendo cada dia mais, crianças portadoras de necessidades especiais. A escola, como você pontua, é um espaço de socialização, que necessita estar pronta para atender cada especificidade. E nós, educadores, precisamos nos preparar para tal momento, procurando nos especializar, conhecer a realidade.

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by adriana fragoso orem - Thursday, 24 May 2012, 6:04 AM
 

Eu já trabalhei com um aluno que tinha síndrome de dow.Por não saber lidar com essa situação, todos da escola o protegia muito. até as outras crianças faziam tudo por ele. Tínhamos uma ideia que ele era um coitadinho, mas se fosse hoje, com certeza a nossa atitude seria diferente.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 8:56 AM
 

As experiências e a reflexão sobre a prática são poderosos agentes inclusivos, como você traz em seu relato. As pessoas com deficiência foram tratadas como coitadinhos por muito tempo, mas a sociedade agora começa a perceber, não apenas as diferenças, mas também suas habilidades. Bom saber que você ja mudou sua concepção e  que pode contribuir com a mudança das pessoas com as quais convive. A inclusão social se constrói diariamente por todos e por cada um.

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by Vanderli Sarinho - Wednesday, 30 May 2012, 5:24 PM
 

Infelizmente Adriana, muitas pessoas ainda têm uma cultura de achar que os portadores de necessidades especiais não podem executar certas atividades ou se integrarem a quaisquer formas de convívio social(ficando isolado em casa), uma vez que, os classificam como coitadinhos, e os bloqueiam menosprezando suas capacidades e habilidades. Não podemos deixar de oportunizar, promover atividades e integrar as pessoas que possuem necessidades especiais na nossa prática docente e no nosso convívio.

 

 

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by maria sebastiana - Tuesday, 19 June 2012, 5:52 PM
 

Quando fiz meu estagio no Magisterio, na sala havia um menino com Daw... amei estar com ele, porem confesso foi dificil pois não tinha nem experiencia e nem connhecimento... se fosse hoje  seria um pouco diferente, mas ainda teria dificuldade

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by luzia bueno - Thursday, 24 May 2012, 3:45 PM
 

Ja presenciei casos de protecionismo, mas o que é pior é que percebi casos de exclusão do aluno, mas percebo que falta conhecimento por parte de alguns professores, mas muitas vezes isso acontece por falta de apoio. Eu sou professora de alunos com necessidades intelectuais e também sinto essa dificuldade pois nos falta maior apoio por parte da equipe pedagógica da escola.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 8:58 AM
 

Reconheço que ainda falta conhecimento por parte de muitos professores, mas a inclusão se inicia pela atitude, pelo acolhimento. O "diferente" causa medo de não saber lidar e insegurança frente aos desafios impostos pelos estudantes com deficiência aos professores e demais profissionais da escola.

Sua atuação nesta comunidade escolar, tem um papel decisivo porque promove a convivência e a troca de informações sobre as pessoas com deficiência.

Parabéns pelo trabalho! Aos poucos você perceberá os resultados.

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by Ana Cristina Barcelos - Friday, 25 May 2012, 12:00 PM
 

Sim já presenciei, acredito que seja uma atitude normal tomada pelos pais ou por professores pois ambos não querem que sejam descriminados, mas independente desta proteção as crianças com necessidades especiais são  capazes de solucionar problemas do seu dia a dia e na maioria das vezes não são excluídos e sim incluídos no meio em que vivem.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 9:02 AM
 

Proteger é uma reação natural, mas é prejudicial às pessoas com deficiência. Enquanto profissionais, precisamos nos policiar para não proteger e também orientar estudantes, pais e toda comunidade escolar para investir na independência da pessoa com deficiência em detrimento do protecionismo.

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by Valério Lopes - Friday, 25 May 2012, 4:18 PM
 

Sim já presenciei. Em uma das escolas que trabalho, temos alunos incluídos e dia destes, um menino estava sendo ridicularizado por outros pela sua condição de deficiência. A sua professora, acolheu-o junto a ela e de forma bastante enérgica, repreendeu os demais. Considero que esta seja uma situação normal em relação ao caso, visto que em geral temos essa visão e ação de procurar proteger os fracos e indefesos. Se não fosse a sua professora, com certeza teria sido um dos demais professores ou algum outro aluno.

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 9:10 AM
 

Valério, esta atitude não configura protecionismo porque o estudante com deficiência estava sofrendo discriminação ou bullyng. A intervenção da professora foi correta, advertindo os agressores. O protecionismo que tratamos aqui, refere-se a não permitir que o estudante com deficiência realize atividades que poderia realizar/participar como os demais estudantes. Algumas pessoas não deixam que estes alunos carreguem seu material, permitem que ele seja sempre o primeiro da fila e outras concessões que não favorecem sua autonomia.

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by Léa Aparecida Silva Bueno - Friday, 25 May 2012, 6:04 PM
 

Já presenciei fatos de protencionismo onde a necessidade especial da criança era vista como principal fator da socialização; o cuidado excessivo e mesmo atitudes não coerentes com o momento ocorriam de forma a não possibilitar uma verdadeira interação da criança com o meio e sim uma mera formalidade, o que não contribuia com o desenvolvimento natural do sujeito. Creio que o conhecimento e a prática diária são subsidios que devem ser reavaliados no processo educacional, podendo ampliar a capacidade de atenção com essas crianças, facilitando seu progresso e real inclusão social.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 9:18 AM
 

Léa, às vezes é complicado para algumas pessoas perceber  que colocar a criança como o centro das atenções e artificializar sua participação nas atividades escolares/socialização, não é o melhor caminho. Este é um processo no qual a formação profissional/atualização, têm um papel decisivo. A articulação com os profissionais que atuam na educação inclusiva, saúde e psicólogos, através de dinãmicas e palestras poderá contibuir com a mudança de perspectiva.

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by nilma correa - Friday, 25 May 2012, 8:39 PM
 

É muito importante para o desenvolvimento dessas crianças,a inclusão socialpois elas se desenvolvem e seguem o curriculo escolar mas dentro do seu proprio tempo.

O insentivo dos pais e coegas de classe tambem é muito importante pois , faz com que elas se sintam valorisadas.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 9:20 AM
 

Todos que convivem com a criança, tem papel importante para o seu desenvolvimento.

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Re: Comente
by Vanderli Sarinho - Thursday, 31 May 2012, 4:00 PM
 

Jeyse essa sua reflexão é muito relevante, tendo em vista que as pessoas que fazem parte da interação social dessas crianças tem uma grande missão de tentar direcioná-las e inseri-las no meio social e político, digo tentar porque os meios de acessibilidade para os portadores de necessidades especiais ainda são poucos e  muitas vezes em condições inadequadas.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 3 June 2012, 9:42 AM
 

Vanderli, sua afirmação é a mais pura realidade, pois o que vivenciamos é uma luta histórica pela acessibilidade, não apenas arquitetônica, assegurando o direito constitucional de ir e vir, mas também a tecnológica, cultural, atitudinal e etc.

À medida em que convivemos, nos politizamos e colaboramos com esta luta, pois esta realidade passa a ser do nosso conhecimento,também nossa, quando constatamos a legitimidade da mesma, compartilhando os desafios e dificuldades de operacioná-la diariamente.

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by elaine barbosa da silva de barros - Saturday, 26 May 2012, 4:53 PM
 

Nunca presenciei, sou professora na prefeitura de Taboão da Serra, onde há diversas crianças com deficiência intelectual frequentando salas regulares, as crianças as acolhem muito bem, e o professor que também possui um auxiliar para acompanhar essa criança, a socializa sem nenhum problema, o processo é lento, porém com grandes avanços.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 27 May 2012, 9:23 AM
 

A convivência com as crianças com deficiência traz experiência e favorece o amadurecimento das relações sociais ali estabelecidas. Parabéns pelo trabalho inclusivo vivenciado na escola em que trabalha. A inclusão é um ganho para todos.

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by Ivone Ribeiro De Sousa - Sunday, 27 May 2012, 1:25 PM
 

As pessoas com necessidades especiais sofrem mais discriminação por parte dos colegas do que o protecionismo propriamente dito e, como educadores mostrar a esses alunos os valores e capacidades destes alunos. Além disso, devemos respeitar o desenvolvimento e a capacidade de aprender deste alunado com necessidades.

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by cristina mello - Monday, 28 May 2012, 12:11 PM
 

Nunca presenciei de fato,mas sabemos que isso normalmente acontece na intenção de ajudar ou e facilitar todo o trabalho de determinada atividade.Hoje como já temos um novo olhar e apesar de geralmente integrar essa criança e  incluí-la só em algumas atividades pontuais,notamos que, lentamente, mas que o processo está aos poucos acontecendo,pois temos projetos excelentes sendo desenvolvidos e com resultados evidentes e positivos que já estão funcionando como exemplos á serem seguidos,é um caminho árduo mas com significativas transformações ,e descobertas de potenciais antes desconhecidos e que hoje vemos estão sendo despertados,respeitados e apreendidos.

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Re: Comente
by Patricia de Moura Rosa da Silva - Monday, 28 May 2012, 5:19 PM
 
Acredito que protecionismo sempre existe, pois na nossa cultura estamos acostumados a ter dó de pessoas com deficiência e isso é complicamos rever este conceito
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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 3 June 2012, 9:52 AM
 

Este sentimento de piedade é histórico, porém totalmente combatido pelas associações de pessoas com deficiência, pois a piedade só atrapalha o desenvolvimento das pessoas com necessidades específicas, considerando-as como incapazes.

O educador precisa rever este posicionamento, inicialmete natural, para poder descobrir as potencialidades, incentivar a autonomia e o desenvolvimento dos estudantes com necessidades específicas. Agindo assim, contribui para a construção de uma sociedade inclusiva. Lembre-se o professor é formador de opinão!

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Re: Comente
by Marta Maria Almeida Aquino Aquino - Monday, 28 May 2012, 5:47 PM
 

SIM,

Trabalho em uma escola da rede regular de ensino.Nessa escola existe uma criança com baixa visão.Percebe-se um protecionismo  por parte dos colegas e uma atenção especial por parte da professora pela deficiência da criança.

Marta

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Re: Comente
by Franciele Priscila Alexandrino Gomes - Tuesday, 29 May 2012, 4:40 AM
 

Já vivenciei na verdade quando estamos perto de um portador temos a idéia deles serem fracos e precisarem de alguém, só que na verdade em muitos casos eles querem ser livre e viver como uma pessoa "comum".

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Re: Comente
by maria helena torres capela queiroz - Tuesday, 29 May 2012, 5:14 PM
 

Sim,já presenciei e tenho certeza que isso não coopera com a autonomia e auto estima do aluno. A escola que é inclusiva não deve deixar que isso ocorra, deve mudar suas práticas, porque agindo assim em nada contribui com o desenvolvimento desse aluno tanto socialmente quanto em suas habilidades acadêmicas.

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Re: Comente
by sonia regina de grande almeida - Wednesday, 30 May 2012, 5:06 PM
 

Sim, já presensiei e percebi a falta de connhecimento por parte de muitos professores que não tem o apoio necessário na escola em que atuam. Uma escola inclusiva precisa que todos trabalhem juntos sempre pensando no desenvolvimento de nossos alunos. Temos que olhar nossos alunos especiais como capazes de solucionar os problemas, integrando- os socialmente no meio em que vivem.

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 3 June 2012, 10:19 AM
 

A formação profissional e sua atualização são extremamente importantes. Os professores devem buscar novos conhecimentos e não esperar apenas pela formação do órgão no qual trabalham.

À medida em que existe o conhecimento, os professores buscam mais apoios para efetivar a educação inclusiva, estruturando-a com o Atendimento Educacional Especializado, recursos de acessibilidade e outros mecanismos  voltados a atuação pedagógica junto aos estudantes com necessidades específicas.

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Re: Comente
by ADRIANA JUSTINO DE FARIA - Wednesday, 30 May 2012, 6:42 PM
 

Nunca presensiei, mas a minha concepção sobre o assunto é de que o deficiente não pode ser tratado como um coitado, ele tem a mesma percepção que nós, limitada por algum motivo, mas em uma capacitação sobre crianças com deficiências tanto físicas quanto intelectuais, devem ser tratadas como pessoa comum, por exemplo, se um deficiente físico cai da cadeira de roda, devemos perguntar a ele se o mesmo precisa de ajuda, não pegar a pessoa de qualquer jeito, achando que está ajudando-a.Na escola e na família deve ser observada esta questão da super proteção, em geral as crianças tem ciúmes uma das outras e por este motivo, nenhuma deve ser tratada melhor do que a outra.

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Re: Comente
by Ana Paula dos Santos Klahr - Thursday, 31 May 2012, 10:32 AM
 

Como trabalho no Atendimento Educacional especializado em escolas públicas posso afirmar que esse tipo de comportamento por parte principalmente dos familiares do aluno é muito comum, sendo que cabe aos educadores também mais esta tarefa de orientar a família quanto às necessidades desse educando e conduzir de forma que este desenvolva a sua autonomia, que será fundamental para que esteja bem incluído na comunidade escolar.

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Re: Comente
by sonia regina de grande almeida - Sunday, 10 June 2012, 5:29 PM
 

Sim Ana cabe a nós professores que trabalhamos no Atendimento Educacional Especializado orientar os familiares desses alunos para que eles possam se desenvolver tanto socialmente quanto em suas habilidades acadêmicas.

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 3 June 2012, 10:01 AM
 

Adriana,  você fez uma referência muito pertinente, pois as pessoas ao verem um deficiente, preocupam-se em "ajudá-los", mas esquecem de "ouvi-los", de perguntar sobre suas necessidades.

Ao conviver com amigos com deficiência, ouvi muitos relatos sobre o quanto essa "ajuda" é perigosa e prejudicial, por isso acredito que a melhor forma de ajudar é perguntando se precisa de ajuda e qual a ajuda necessária.

Super proteger não ajuda em nada a ninguém!

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Re: Comente
by Elisabete Ulguim Leal - Thursday, 31 May 2012, 4:29 PM
 

O ato de proteger alguém que julgamos indefeso é muito natural, acredito que a maioria das pessoas pensam que agindo assim estarão evitando danos maiores. Nas escolas que atuo como professora vejo todos os dias pais que agem com protecionismo em relação aos filhos com algum tipo de deficiência. A escola procura mostras a eles que devem deixar os filhos mais livres para vivenciar as experiências da vida, mas não é nada fácil romper com este pensamento. Trago o exemplo de um aluno de 11 anos, cadeirante com atraso no desenvolvimento cognitivo e retardo mental "leve", a mãe não o deixa conduzir a própria cadeira de rodas e muitas vezes o leva à escola chupando bico, como se fosse um bebê. Ela já foi chamada, conversamos mas atitude continua, mesmo sendo avisada que está prejudicando o filho ela não vê a situação deste modo.

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 3 June 2012, 10:10 AM
 

Orientar os pais é mais uma função da escola, principalmente quando há profissionais do Atendimento Educacional Especializado, como relatou Ana Paula. No entanto, este trabalho é construído a cada dia e a família que vivencia um luto por aquele integrante com deficiência, possui uma dinâmica própria, necessitando muitas vezes de apoio psicológico para se permitir agir de forma diferente.

Cada família tem seu tempo e a escola deve perssistir, saber acolhê-la e orientá-la.

Picture of Rute  Pereira
Re: Comente
by Rute Pereira - Thursday, 31 May 2012, 5:10 PM
 

Eu trabalho em uma escola que recebe os alunos surdos, é  muito comum os pais  superprotegê-los, nunca aceitando suas falhas. todo rendimento não satisfatório é responsabilidade da equipe de trabalho da Escola.

Picture of Daniela Bittencourt
Re: Comente
by Daniela Bittencourt - Thursday, 31 May 2012, 7:45 PM
 

Na verdade é algo que vem de dentro de nós essa vontade de cuidar com carinho dessas crianças com necessidades especiais,impedindo-as diversas vezes de encorajá-las perante este mundo com tantas desigualdades sociais.

Picture of ADRIANA JUSTINO DE FARIA
Re: Comente
by ADRIANA JUSTINO DE FARIA - Friday, 1 June 2012, 4:08 PM
 

Normalmente, é uma forma de protegê-las contra os preconceitos e desigualdades sociais, mas a super proteção gera obstáculos ao convívio desta criança, pois dá a entender que ela é tão especial que não pode fazer da mesma forma, as coisas que os outros fazem, isto tambem a torna muito mais dependente de nós, demonstra para os outros alunos as vezes, como se tivessem dó da criança especial.

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Re: Comente
by SIMONE DE MAMANN FERREIRA - Friday, 1 June 2012, 6:40 PM
 

Já vivenciei sim por parte de professores da escola que trabalho, sou da área da educação especial e trabalhamos para que os alunos com deficiência tenham maior autonomia e independência em todas as atividades do dia-a-dia, sempre respeitando seus limites. Vivenciei quando um aluno que já sabia comer sozinho, uma professora começou a dar comida na boca deste aluno. Após o intervalo, conversei e orientei a profissional com relação a isso.

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 3 June 2012, 10:27 AM
 

Este é o papel do professor de Educação Especial e do Atendimento Educacional Especializado: orientar e provocar a reflexão da comunidade escolar sobre como cada um pode contribuir com o desenvolvimento das pessoas com nescessidades educacionais especiais (NEE) ou, o termo mais atual, estudantes com necessidades específicas. Mas, lembre-se, este é um trabalho em conjunto!

 

Picture of Adriana Borges Borges
Re: Comente
by Adriana Borges Borges - Saturday, 2 June 2012, 6:23 AM
 

Sim já vivenciei, até mesmo da família que é a primeira escola para esta criança o que causa muita dependência interferindo na construção de sua autonomia. Para nós educadores, que na maioria são inexperientes de como lidar com a inclusão, acabamos cometendo este erro por desconhecer da potencialidade destes alunos. Já trabalhei com algumas crianças com necessidades especiais e aprendi muito com elas, só a experiência fará que muitos mudem sua postura profissional.

Picture of DEIDYANE LEITE DE OLIVEIRA NOGUEIRA
Re: Comente
by DEIDYANE LEITE DE OLIVEIRA NOGUEIRA - Saturday, 2 June 2012, 8:08 AM
 

Tenho um aluno especial, um surdo. Ele so faz o que quer, estou aprendendo a trabalhar com ele a Libras, mas ainda tenho muita dificuldades de interagir com ele. E quando ele "apronta" nada é feito em relação a ele quanto ao seu comportamento por ele ser especial. É muito difícil!!!

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 3 June 2012, 10:51 AM
 

A inclusão do surdo talvez seja o maior desafio, principalmente quando são pequenos e não tem co conhecimento da Libras, pois ficam alheios a tudo que ocorre em sala e não se concentram na proposta vivenciada.

Minha experiência demonstra que é preciso se fazer entender, compreender o aluno (ou seja, comunicar-se). Para isso, o ideal seria ter um professor com o conhecimento da língua de sinais, contar com o intérprete de Libras em sala regular e o Atendimento Educacional Especializado (para promover o aprendizado do português escrito e da comunicação em Libras, com o instrutor surdo.

Além disso, é fundamental que seja imposto limite ao estudante, assim como para os demais, porque é surdo, não deve ter regalias que incentivem seu mal comportamento: sua necessidade específica é comunicacional!

Infelizmente esta estruturação ainda não faz parte da realidade da maioria das escolas brasileiras, porém é nossa função trabalhar em prol desta efetivação e procurar parcerias.

Desejo sucesso a você! Percebo que você está buscando o conhecimento e traçando objetivos para o seu trabalho junto ao estudante surdo, mas lembre-se de conquistar parceiros, principalmente na escola e na família, pois assim fica mais fácil dividir tarefas e reponsabilidades, considerando que o estudante não é exclusividade sua!  A escola precisa se posicionar diante das situações e o professor não deve estar só nestes desafios.

Picture of Dinaide Vieira Alves Pegoraro
Re: Comente
by Dinaide Vieira Alves Pegoraro - Saturday, 2 June 2012, 2:38 PM
 

Sim,, o nosso aluno está  tendo proteção pela família, desde da sua falta de convivência na sociedade, porque temos alunos que estão inseridos apenas na escola, não participa de eventos sociais, dessa forma vivem apenas numa proteção constante.

Picture of maria helena torres capela queiroz
Re: Comente
by maria helena torres capela queiroz - Sunday, 17 June 2012, 6:11 PM
 

Também penso assim,Dinaide,e esses alunos ficam sem autonomia,muitas vezes com a proteção dos pais.

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Re: Comente
by Virgínia Lima dos Santos Levy - Monday, 4 June 2012, 7:44 AM
 

Eu trabalho com crianças especiais em um CAEE, e é comum as mães dizerem que os filhos não saem sozinhos, mas não saberem se eles seriam capazes, porque simplesmente temem e, por isso, não se interessam por treiná-los para isso.

Picture of Virgínia Lima dos Santos Levy
Re: Comente
by Virgínia Lima dos Santos Levy - Monday, 4 June 2012, 7:47 AM
 

Que curso minúsculo!

Cinthia
Re: Comente
by Cinthia Rodrigues - Tuesday, 5 June 2012, 3:29 PM
 

Nos dias atuais com tantos estudos na área do atendimento educacional escpecializado, não vejo mais essa super proteção. A não ser a que deve ser oferecida a qualquer aluno.

Antigamente era mais fácil das pessoas ter essas atitudes, pois se conheciam pouco sobre as necessidades especiais.

Nos dias de hoje há muitos estudos e cursos de capacitação sobre a inclusão e como devemos auxiliar os alunos, com a inclusão de alunos especiais no ensino regular vários mitos caíram por terra e a inclusão está cada vez com uma porcentagem maior no Brasil.

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 10 June 2012, 3:59 PM
 

Virgínia, fico satisfeita com sua colocação, pois indica que gostou da proposta e  se interessa por mais informações sobre o tema. Acho que você ficou com gostinho de "quero mais".

Pode utilizar Dúvidas e Fale conosco para sugerir outros temas de seu interesse sobre Talento e deficiência, contribuindo com a formatação de novos cursos.

Abraços virtuais.

Picture of glaucimara  arruda simon
Re: Comente
by glaucimara arruda simon - Thursday, 7 June 2012, 5:19 PM
 

eu ja trabalhei em uma escola de Ed. Infantil que tinha alunos com deficiência. Realmente, o protecionismo existe. Já presenciei cenas de dar comida na boca do aluno, ficar c ele no colo. Por mais oportunidades que damos para que eles se desenvolvam, atividades adaptadas, metodolgias diferenciadas, sempre ocorre momentos que desejamos protege-los. Eu acredito que o deficiente tem todas as possibilidades de se desenvolver qto o outro aluno dito "normal",o que os professores precisam é ter uma nova visão, um novo olhar ao receber um aluno deficiente. Eles são capazes de realizar muito.

Picture of Ana Maria Sala  Mesquita
Re: Comente
by Ana Maria Sala Mesquita - Thursday, 7 June 2012, 6:34 PM
 

 

Boa noite, pessoal!

Sou professora em uma escola de ensino regular e, assim como a grande maioria dos professores, não tenho formação para trabalhar com portadores de necessidades educacionais especiais. Nessa escola temos alguns alunos com necessidades especiais e os professores se esforçam muito para que a "real" inclusão ocorra, pois incluir não é apenas interagir, é desenvolver as potencialidades do aluno criando estratégias, buscando orientações, acreditando na sua capacidade e na dele.

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Re: Comente
by ELIUNDES SANTOS RAMOS - Friday, 8 June 2012, 6:17 PM
 

Sou professora da rede regular do município que moro e ja aconteceu comigo uma situação que a mãe de uma jovem com síndrome de down. A mãe no segundo dia de aula apareceu me falando que faltou no 1° dia, para n machucarem a filha por ser muita agonia no inicio das aulas, então me pediu que colocasse a filha do lado da minha mesa, não deixasse sair só, nem brincar no recreio, pediu que levasse ao  banheiro e fez uma lista de pedidos. Mas o que penso sobre as crianças com necessidades educacionais especiais é que em primeiroo lugar tem que ser desenvolvido a autonomia deles e então fiz completamente diferente, deixava ela ir ao banheiro e ficava esperando-a na porta da sala, permitia que fosse pegar o lanche na fila, deixava sentar no lugar que ela escolhia e auxiliava em tudo que podia, desse jeito percebi o avanço delça não na leitura mas na autonomia e interação com os colegas. No final a mae agradeceu pela mudança que houve na filha.

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 10 June 2012, 4:14 PM
 

A escola muitas vezes é o lugar em que a pessoa com deficiência tem a oportunidade de exercer sua liberdade, descobrir talentos e, principalmente, de se relacionar de forma autônoma.

O professor precisa ser um agente atuante na quebra deeste protecionismo, respeitando as especificidades de cada um.

Picture of Ana Paula Pereira  Coletto
Re: Comente
by Ana Paula Pereira Coletto - Saturday, 9 June 2012, 5:15 AM
 

Acredito que é normal querer defender, pois ninguem quer que uma pessoa próxima da gente sofra qualquer tipo de preconceito.

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 10 June 2012, 4:08 PM
 

Essa é uma reação instintiva, porém o ser humano precisa usar sua inteligência para agir de forma racional, distanciando-se da super proteção e voltando-se ao desenvolvimento de competências/ habilidades que ajudem a pessoa com deficiência a se emponderar e lidar com situações de enfrentamento, comuns no seu dia a dia.

A família e os educadores precisam ter consciência de que não podem proteger o estudante 24h por dia e que esta atitude impediria a autonomia e o desenvolvimento da pessoa com deficiência.

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by GISELE BARROS - Saturday, 9 June 2012, 11:11 AM
 

boa tarde a todos.

Na escola em que trabalho já vi situações onde os pais superprotegiam seu filho com necessidades especiais não lhe dando autonomia para se desenvolver. Também vi casos de professores que faziam o mesmo com seus alunos. É importante deixar bem claro  que apesar da condição de aulno especial ainda ser novidade ela não é uma doença, é necessário deixar que o aluno tenha  total responsabilidade pelos seus atos, a família nem a escola não pode proteger em demasia, ele (o aluno especial) precisa tomar consciência e assumir também a responsabilidade pelo seu  aprendizado. Apoiar definitivamente não significa paternalizar à  relação, não se deve de forma alguma reforçar o comportamento inadequado.
É preciso ter consciência de que educação especial não é doença e que esse tipo de alunado tem plena capacidade de se desnvolver e assumir seu proprio controle à sua maneira.

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by Ivete Maria de Almeida - Saturday, 9 June 2012, 3:12 PM
 

Sim já.Na escola onde eu trabalhava sempre tinha algumas crianças com este tipo de problema, mas a professora era uma profissional competente e conseguia trabalhar com uma classe de 25 alunos e dedicar a este aluno.Èsó por amor mesmo, pois em meio a dificuldades ele sempre dizia que era aquilo que ela queria, desafio.

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by sonia regina de grande almeida - Sunday, 10 June 2012, 5:10 PM
 

Sim Ivete, temos que ter muito amor para trabalhar com alunos com esse tipo de problema, pois a cada dia o nosso trabalho se torna um desafio mesmo e assim aprendemos mais em nosso dia a dia.

Carol e Artur
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by Carolina Silva Lopes Mancilha - Monday, 11 June 2012, 11:16 AM
 

Trabalho na Sala de Recursos da minha escola, no município de Canoas/RS, e não acredito que tenha protecionismo com os alunos PNEs na escola onde atuo.

Muito pelo contrário, quando falamos em inclusão, acredito que o que exite ainda é muito preconceito por parte até mesmo de alguns professores que talvez por não se sentirem preparados para lidar com este tipo de aluno acabam não trabalhando em cima de suas potencialidades.

Quando temos um aluno PNEs na nossa sala deveríamos ter um olhar diferenciado, proporcionando a ele um currículo adaptado para que possa se desenvolver sem frustrações. O medo de muitos profissionais de olhar para estes alunos de forma especial e fazer com que suas potencialidades possam ser valorizadas fazem com que as barreiras se tornem grandes para uma inclusão verdadeira.

Acredito que somente quando o professor sente-se desafiado diante dos seus alunos e mesmo que não se sinta preparado para inclusão, mas sinta-se motivado a buscar é que vamos despertar maior interesse de todos os alunos, compartilhando e vivenciando as diferenças.

Se vivemos num mundo tão diversificado, façamos que esta diversidade nos ensine a ser mais humanos, buscando sermos todos pessoas melhores, respeitando as nessecidade de cada um, mas acima de tudo valorizando o que cada um tem de melhor.

http://saladerecursosjps.blogspot.com.br/

 

http://bloguinhosaladerecursosjps.blogspot.com.br/

 

Carolina Silva Lopes Mancilha


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talento e deficiência
by denise de andrade - Monday, 17 September 2012, 3:22 PM
 

Realmente somos todos iguais mesmo nas diferenças mas as escolas de hoje não estão preparadas para receber estes alunos,pois tem que haver um acompanhamento de políticas públicas diretas,acompanhamento e responsabilidade séria da família,atendimento médico neuro pediátrico,acompanhamento aos profissionais da educação na escola diretamente.

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by antonia creuza silva paiva paiva - Monday, 11 June 2012, 5:41 PM
 

a criança com deficiencia passa por uma cituação muito complicada  pois nem sempre a escola tem um espaço apropriado e poucas pessoas que consigam lhe dar com essas crianças.

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by antonia creuza silva paiva paiva - Monday, 11 June 2012, 5:43 PM
 

ja presenciei e vejo que a escola tenta faser o que pode mais não ajuda muito.

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by Debora xavier - Monday, 11 June 2012, 6:46 PM
 

Acho que crianças deficiente sempre reguer uma atenção especial

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by Gilceia Favoro - Tuesday, 12 June 2012, 10:59 AM
 

Por mais que a criança requer uma atenção especial não convém que a tratamos diferente das outras, pois ela também tem suas potencialidades.

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by Jeyse Anny Oliveira - Wednesday, 20 June 2012, 10:18 PM
 

É uma situação ambilavente, mas tem uma frase clássica, muito utilizada nas entidades de pessoas com deficiência: "Somos iguais no direito de ser diferentes". Por exemplo: uma pessoa surda, usuária de LIBRAS, tem o direito de participar em situação igualitária de um evento oficial, mas para tal o poder público tem o dever de disponibilizar a tradução em Libras por um intérprete profissional e, através deste, ter o seu direito à cidadania assegurado.

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by simone matias - Monday, 11 June 2012, 7:10 PM
 

Sim, eu já presenciei situações de protecionismo, protagonizadas por mim mesma no início da carreira, quando a inclusão ainda era uma tímida ação isolada em algumas escolas... Penso que seja natural a ideia de proteger alguem que tenha deficiência e a própria sociedade, muitas vezes reforça este pensamento, mas, nós que somos educadores devemos sobretudo acreditar no potencial destas pessoas e incentivá-las a se desenvolver cada vez mais como cidadãos dentro de suas possibilidades.

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by antonia creuza silva paiva paiva - Wednesday, 13 June 2012, 9:09 AM
 

nunca presenciei mais penso que toda criança tem seu direito e a criança especial não e diferente ela tem apenas augo a mais e nos chama a tenção por ser tão carinhosa.

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by sandra oliveira - Friday, 15 June 2012, 7:18 AM
 

Apesar dos avanços nessa area, ainda há muito o que fazer, pois esbarramos na questão estrutural ( fisíca, pedagógica e até mesmo familiar). Assim a teoria ainda esta distante da realidade.

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by Catiuscia Severo - Sunday, 17 June 2012, 3:29 PM
 

Boa Noite!!

Sim já presenciei; estas situações não ajudam o desenvolvimento da criança, torna a criança mimada, e abusada. É claro que crianças com nescessidades especiais precisam de uma atenção maior, mas não de mimos maior, até porquê se vamos trabalhar com a inclusão todos devem ter o tratamento que merece, super proteção torna a criança em um bibelo de veidro. Porque a qualquer momento ela pode quebrar.!!

Existem muitos pais que em ves de insentivar os filhos portadores a fazerem alguma atividade extra escolar, prefere que a criança fique em casa assistindo tv, que é na realidade o pior inimigo do jovem de hoje. Por seu conteudo pevertido e praticamente sem conteudo nehum.? Se a tv consegue afetar pessoas ditas "normais" imagina o que ela pode fazer com os PDNE.

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by nilma de cássia pereira da silva - Tuesday, 19 June 2012, 11:50 AM
 

FELIZMENTE EU NUNCA PRESENCIEI UMA SITUAÇÃO DESSAS, E PENSO QUE TRABALHAR COM CRIANÇAS ESPECIAIS É MUITO BOM TANTO PELO PEDAGÓGICO COMO SER HUMANO MESMO PORQUE É UM APRENDIZADO, EU JÁ TRABALHEI PELO IEL POR TRÊS MESES E NA CLASSE DE 3° ANO 2° SÉRIE COM 23 ALUNOS E DENTRE ELES TINHA UMA CRIANÇA ESPECIAL E EU GARANTO EU POSSO UM DIA ESQUECER DOS OUTROS ALUNOS, MAS DESSA ALUNA EU JAMAIS ESQUECEREI, ELA ERA MUITO CARINHOSA, SENSÍVEL, MUDAVA DE COMPORTAMENTO O TEMPO TODO E NOSSA! QUANDO EU ME VI NAQUELA SITUAÇÃO EU ACHEI QUE NÃO DARIA CONTA, MAS FOI BOM DE MAIS EU SAIR COM A SENSAÇÃO DO DEVER CUMPRIDO, AQUELA ALUNA QUE OS PAIS NÃO TINHA TEMPO DE LEVAR NA ESCOLA DEVIDO O TRABALHO, ELA  CONSEGUIU LEVÁ-LOS PARA ME CONHECER PORQUE ELA ME ADORAVA E O MAIS INCRÍVEL É QUE COMIGO ELA APRENDEU A LER AS PRIMEIRAS PALAVRAS, QUANDO EU CHEGUEI NA ESCOLA PASSARAM PRÁ ME QUE ELA UM CASO A PARTE QUE EU NÃO PRECISAVA ME PREOCUPAR EM ALFABETIZÁ-LA PORQUE SERIA SÓ SOCILAIZAÇÃO, MAS EU OUSEI E FIZ DIFERENTE E EU CONSEGUIR FAZER COM QUE ELA APRENDESSE SEU NOME E LER ALUMAS PALAVRINHAS FIQUEI MUITO FELIZ, E HOJE EU CARREGO COMIGO ESSA GRATIDÃO POR ELA  TER ME ENSINADO TANTO PRINCIPALMENTE O VALOR DA IGUALDADE, OS PAIS DELA ME AGRADECERAM MUITO, MAS EU FIQUEI TAMBÉM MUITO GRATA. PENSO QUE TODOS PODEM APRENDER DEPENDE DA FORMA QUE É INSTRUIDO, PENSO QUE O PRECONCEITO É POBREZA DE ALMA E ESPÍRITO.

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Wednesday, 20 June 2012, 10:31 PM
 

Oi, nilma de cássia pereira da silva!

Fico muito feliz em ler o seu relato, pois percebo uma grande lição de vida vivenciada por você: a perplexidade diante do novo, a coragem de enfrentá-lo e a felicidade de vencer, reconhecendo os avanços e respeitando o ritmo e as possibilidades do estudante naquele momento.

Acredito firmemente na importância da acessibilidade atitudinal na educação, pois o diferencial não está nos recursos tecnológicos ou instrumentais, mas sim na atitude,  no investir e acreditar nas potencialidades do professor e do estudante. É preciso estar aberto para aprender!

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Re: Comente
by Catiuscia Severo - Thursday, 21 June 2012, 10:39 PM
 

Boa Noite!!!

Infelizmente, algumas pessoas acham que se você não tem um determinado perfil, não deve se meter. Uma mãe procurou a nossa escola porque o filho tinha altismo, aos 12 anos de idade ele não falava praticamente nada, observamos que os dentes do menino estava praticamente todos estragados, a mão muito "umilde" e incomunicavel por causa do marido que era um brucuto, achava que por o menino ser doente não precisava escovar os dentes. Com o passar do tempo estimulo dado na escola o menino começou a se desenvolver, correr brincar até mesmo balbulcear algumas palavras. A mãe acostumada com aquela criatura imóvel, começou a agredir o filho. Por que agora ela tinha que ter mais cuidado que antes não precisava ter. O pai descobriu que a mãe em suas andanças para o PSF com o tratamento do filho, Conseguiu até um amante, este em sua furia manteve o filho e a esposa em carcere privado por seis meses.

Concluindo todo o desenvolvimento que ele teve durante um ano foi por agua abaixo em seis meses, por uma burrice de ambos os pais. Era muito comodo para eles usarem a deficiencia do filho para explicar seus erros e desvios de conduta.

Assim que é muito facil para o professor justificar o seu trabalho mal feito jogando a culpa do aluno portador de  Talento ou Deficiência.

 

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by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 24 June 2012, 7:26 PM
 

Catiuscia Severo, a situação vivenciada por você não tem relação direta com a deficiência da criança. Trata-se de ignorância e violência familiar. A mãe e a criança sofreram violência brutal, a escola não conseguiu evitar e a criança é a maior vítima e não a culpada pela situação enfrentada.

A escola tem que estar atenta aos sinais de violência para acionar os órgãos competentes e se resguardar de situações de conflito.

Nestes casos o professor tem enorme importância e sua contribuição vai além dos aspectos cognitivos, interacionais e pedagógicos.

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Re: Comente
by maria sebastiana - Tuesday, 19 June 2012, 5:48 PM
 

Penso que o Novo assusta a qualquer profissional, principalmente qunado nossa formção não nos propicia a encarar com naturalidade o novo e desafiador, Nunca vivenciei tal situação e não sei se teria condições embora muitos anos de estrada de enfrentar esse desafio. Mas gosto e estou aberto ao novo, por essa razão busco cada vez mais me atualizar, teoricamente e principalmente fazendo um enfrentamento entre a teoria e a pratica.

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Re: Comente
by veridiana queiroz - Friday, 22 June 2012, 8:55 PM
 

Sim ja vi muitos casos assim, principalmente pelos pais, que querem protejer e a vezes prejudicam os avanços do individuo com deficiencia. Mas hj ja vimos um grande avanço de conquistas dos deficientes em todas as areas, sendo muito mais independente e lutando pelos seus direitos.

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Re: Comente
by veridiana queiroz - Monday, 25 June 2012, 7:10 PM
 

Assisti aos videos de Sônia Casarin e concordo como é dificil para os professores de ensino regular trabalhar com esses alunos por sentir- se  inseguros, apesar de a inclusão estar sendo falado a muito tempo. Hoje a inclusão é uma realidade sendo estimulados por escolas, familiares.

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Re: Comente
by Alessandra Guimaraes Palmeira Vitorino - Wednesday, 27 June 2012, 3:45 PM
 

Nunca presenciei, mas acredito que por não ter o conhecimento das diversas necessidades especiais que existem, as pessoas atuam dessa forma, achando que essas crianças devem ser protegidas, diferenciadas, que elas são mais frágeis.

Faz-se necessário uma formação continuada com esse tema para que as pessoas que atuam com crianças portadoras de necessidades especiais saibam como realizar seu trabalho.

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Re: Comente
by Marcia Regina de Souza Benjamim - Wednesday, 27 June 2012, 11:22 PM
 

penso que a criança com necessidades especiais, ela precisa sim de cuidadosa mais, ,as tem que ser tratados como iguais para ter autonomia e auto estima

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Re: Comente
by Vívian Zuquinali Félix - Thursday, 28 June 2012, 11:08 AM
 

Trabalhei 1ano e meio na APAE de minha cidade,no início da minha carreira como professora de ed. Física, atendia 250 alunos. Descobri o real sentido do viver ali dentro, nos dias que estava para baixo ou que estava chateada, brava ou revoltada com algo eram os dias que aquelas crianças mais sorriam para mim. Ninguém está preparado para trabalhar com crianças com necessidades especiais. Infelizmente muitas delas são jogadas em escolas regulares e ali passam seus dias sem terem a atenção devida, e não é muitas vezes por culpa da escola ou do professor, mas sim porque a lei da inclusão veio antes da preparação dos profissionais para atuarem com esses alunos. É como colocar um aluno do ensino fundamental para dar aulas na faculdade, ele não está preparado, assim estão nossos professores, se querem ter noção do que fazer, procuram cursos particulares para não sentirem-se tão frustados quando o aluno "especial" não render em suas aulas. É preciso repensar a forma de melhorar a educação de todos, não somente de uma ou outra classe. Habilitar profissionais, melhorar as condições das nossas escolas, a criança com deficiência física não pode esperar que a escola fique pronta para estudar, se existe uma lei que o ampara, deve existir os fins para que a escola possa atende-lo com decência. Temos muito para aprender...

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Tuesday, 3 July 2012, 9:42 PM
 

Vívian Zuquinali Félix, sua experiência comprova minha percepção sobre a inclusão: os cursos ajudam a entender as especificidades, mas só a convivência encanta e conquista! A convivência, sem medo do diferente, aponta os caminhos para o desenvolvimento pedagógico e social.

Mesmo ciente da necessidade de formação profissional com foco na inclusão, compreendo que a chegada destes estudantes é imprescindível para a concrettização da inclusão, tal qual foi idealizada.

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Re: Comente
by Vilma Isaias Batista - Thursday, 28 June 2012, 4:20 PM
 

Sim. Vale ressaltar que o protecionismo impede o desenvolvimento da pessoa com deficiência, especificamente em relação à autonomia, ou seja, de poder se autodefender, gerir sua própria vida; para que seja incluído na sociedade, que possa participar das decisões na família e outras instâncias.

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Re: Comente
by rosimeire reis costa oliveira - Saturday, 30 June 2012, 4:39 PM
 

sim, trabalhei seis anos na APAE em paragominas no estado do Pará. hoje nem existe mais se transformou em um projeto mantidos por ONGs e a sociedade em geral. na epóca eramos sete professoras pedagogas, e não concordavámos com a maneira como as crianças eram tratadas. parecia uma peça de porcelana, se pegar quebra, não era a família que as tratavam assim. a diretora da escola queria andar com as crianças no colo não deixava-as  serem autônamas. e não entendiam que elas são capazes de desenvolver habilidades;tanto linguistica com cognitiva.

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Re: Comente
by Aneliza Rodrigues de Castro - Sunday, 1 July 2012, 9:19 AM
 

Já presenciei e não só de protecionismo mas de desrespeito também, já tive alguns alunos com algum tipo de deficiência, no ano passado tive na sala um aluno com dm leve e uma criança com deficiência auditiva. A escola não dispõe de sala de apoio e sempre tenho que resolver todas as situações com relação a essas crianças desde o trabalho com o grupo de alunos, no recreio, por exemplo, conversando com as outras crianças, como em relação a pesquisa de materiais que ajudassem essas crianças em sua aprendizagem.

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Re: Comente
by Nedina Emboava de Souza - Tuesday, 3 July 2012, 6:53 PM
 

 

Assisti o vídeo da Sônia Casarin  e é verdade pois é difícil para os professores de ensino regular trabalhar com a inclusão porque eles se sentem inseguros, mas na verdade as crianças com necessidades especiais precisam de uma atenção maior e de amor,e ser tratado como as outras.Tenho crianças em sala de aula com necessidades especiais e é gratificante ver sua evolução, das coisa mais simples a mais complexas e principalmente a felicidade dos pais de verem eles evoluirem.

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Wednesday, 4 July 2012, 8:37 PM
 

Acompahar a evolução é sempre gratificante...

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Re: Comente
by valdevina da cunha guerreiro - Wednesday, 4 July 2012, 12:21 AM
 

Nunca  presenciei situações de protecionismo em relação à crianças com necessidades especiais, mas para que isso não ocorra, temos que tratar todos com igualdade, pessoas com direito e com deveres. É sabido que toda criança tem direito a educaçao, ainda mais em se tratando de uma criaça especial. A escola deve ter por finalidade, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.

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Re: Comente
by Renata da Silva Santos - Wednesday, 4 July 2012, 10:55 AM
 

Trabalhei na APAE e lá os alunos aprendem a viver em sociedade, e dentro da sociedade para se manter é necessário trabalhar, e eles não são incapazes de efetuar esta tarefa, são muito atentos e comunicativos, mesmo que para alguns era ridículo por os alunos adultos para trabalhar, eles ao contrário, estão adorando, tem um que trabalha numa construção de um prédio como ajudante de pedreiro e outro na embalação de morangos para a venda. Os dois com carteiras assinadas, dentro dos direitos como qualquer outra pessoa.

A família ficou preocupada de os filhos passarem por humilhações, mas pelo que vejo e ouço, são muito trabalhadores e importantes no que estõa fazendo.

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Re: Comente
by Flávia Aparecida Moraes - Wednesday, 4 July 2012, 8:00 PM
 

Ainda não presenciei, mas já ouvi falar de situações em que o aluno com necessidades especiais é super protegido na escola.

O que percebi com isso é que até mesmo o aluno sofre com tal exagero de proteção, pois quer ser como os demais.

Precisa de cuidados especiais sim, mas jamais ser viver num ambiente onde não tem liberdade.

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Re: Comente
by andrea esteves da silva - Thursday, 5 July 2012, 3:03 AM
 

ja vivenciei algumas situaçoes com alunos especiais, e posso dizer que na epoca ( 3 anos atras) ea mais dificil lidar com eles. hoje temos mais recursos, pessoas especislizadas na educaçao pra nos ajudar na nossa pratica pedagogica com esses alunos. hoje melhorou muito o "lidar com alunos especiais.

eu
Re: Comente
by monica maria campos - Friday, 6 July 2012, 6:13 PM
 

Acredito que todos temos alguma potencialidade,mesmo os que possuem deficiências.

Em minha escola existem muitos alunos especiais,e como percebi entre os outros comentários,é bem comum que haja a proteção dos colegas em realção alunos deficientes por acreditarem que els não são capazes,mas isso acaba prejudicando o desenvolvimento de suas habilidades!

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Friday, 6 July 2012, 8:04 PM
 

A acessibilidade nas atitudes e a descoberta das habilidades de cada um depende da convivência e da disponibilidade para aprender com o novo ou diferente.

Quando não conhecemos, há uma tendência em proteger devido ao medo de errar.

Como professores, devemos buscar informação e combater o protecionismo que inibe o desenvolvimento.

Parabéns a todos os participantes pelo interesse em compartilhar saberes e refletir sobre uma educação realmente inclusiva.

Picture of Edilma N.R. dos Reis
Re: Edilma
by Edilma N.R. dos Reis - Saturday, 7 July 2012, 4:07 PM
 

A acessibilidade é pra todos nós independente do grau de aprendizagem. Sei que acabamos por proteger squele que tenha alguma deficiência e não protegemos desse jeito, acabamos por inibir uma demonstração de socialização com a turma.

Picture of Edsonia Cristina Celestino Leite Celestino
Re: Comente
by Edsonia Cristina Celestino Leite Celestino - Monday, 9 July 2012, 3:20 PM
 

Concordo com Tatiane, está em um convívio diário com uma pessoa portadora de necessidades especiais, é querer naturalmente, protege-la, o que de fato , acaba atrapalhando no desenvolvimento dela. O Atendimento Educacional Especializado nas escolas, tende a cometer esta falha, no  meu ponto de vista, uma vez que ainda se tem muitos profissionais que não foram preparados para atender a essa clientela.  Estou terminando minha graduação em Pedagogia, e sinceramente, não me sinto preparada para receber em minha sala de aula, alunos portadores de necessidades educativas especiais. E esta já é e será uma realidade em todas as escolas. Mas tenho certeza que recebendo alunos especiais, darei o máximo de mim, e buscarei meios a atender as susas necessidades.

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 15 July 2012, 10:05 PM
 

Que pena, Edsonia Cristina Celestino Leite Celestino, que o Atendeimento Educacional Especializado que você conhece tem esse perfil. A realidade com a qual convivo no AEE é muito diferente, estrutura a inclusão a partir das adaptações necessárias, orientando a comunidade escolar quanto às atitudes inclusivas, combatendo o protecionismo e favorecendo o emponderamento e a interação.

Não se sentir pronta para receber os estudantes com necessidades educativas especiais é importante porque lhe impulsiona a pesquisar e ampliar seu conhecimento para contribuir com a educação inclusiva.

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Re: Comente
by Marcia Roberta Danilavicius - Monday, 16 July 2012, 7:35 PM
 

NUNCA TIVE A OPORTUNIDADE DE TRABALHAR COM CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS, MAS TENHO UM VIZINHO QUE É ASSIM E CONVIVE CONOSCO. PERCEBO QUE SUA MATURIDADE É MAIS BAIXA QUE MEU FILHO DE 10 ANOS( ELE TEM 27) E PROCURAMOS SEMPRE CONVERSAR COM ELE DE ACORDO COM SUAS IDEIAS, NÃO O PROTEGEMOS DEMASIADAMENTE, PORÉM TEMOS UMA ATENÇÃO MAIOR DEVIDO ELE TER CIUMES DO NOSSO FILHO, ELE ESTA SEMPRE CONOSCO, MUITAS VEZES VAI AO MERCADO, FAZEMOS COMPRAS E PERCEBEMOS QUE ELE SE SENTE VALORIZADO COMO SER HUMANO.

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Re: Comente
by Cris Montes - Friday, 27 July 2012, 8:59 PM
 

Edsonia, o AEE nas escolas é realizado em Sala de Recursos Multifuncionais por profissionais qualificados para tal trabalho.

A melhor maneira de se preparar para receber esses alunos se dá através da busca de informações, do conhecimento sobre as especifidades desses alunos. O conhecimento científico adquirido na Graduação deve estar atrelado a outros cursos de qualificação e especialização.

Sugiro a leitura do Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011 e a Nota Técnica SEESP/GAB/Nº 11/2010

 

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Re: Comente
by Maristella Ribeiro - Tuesday, 10 July 2012, 12:38 AM
 

Sim, principalmente nas escolas onde as pessoas tratam como se fossem coitadinhos, acham que devem comer , brincar, conversar "a vontade" sem considerar as normas sociais.Além  de reforçar sua depedência.

Picture of Aparecida de Fátima de Oliveira Lopes   e Silva
Re: Comente
by Aparecida de Fátima de Oliveira Lopes e Silva - Tuesday, 10 July 2012, 4:10 PM
 

Isso é muito comum em escolas regulares,querem proteger demais essas crianças e acabam substimando seu potencial de aprendizagem,prejudicando o desenvolvimento da criança.

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Re: Comente
by Renata Aparecida De Gaspari Gaspari - Friday, 13 July 2012, 1:24 PM
 

E muito comum as pessoas  por falta  de conhecimento em educação especial sentirem o dever de protegê-los, mas com a intenção de ajudá-los estão prejudicando-os e até exclindo-os ao tentar promover a inclusão, pois somos todos diferentes uns dos outros e devemos respeitar essa diferenças. Mas fica a dica: Devemos ao invés de proteger, acolhe-los e instigá-los a uma socialização saúdavel e não imposta e um aprendizado respeitando seu tempo e suas caracteristicas pessoais sem ultrapassar seus limites.

Uma criança devidamente acolhida e respeitada conseguirá se sentir a vontade e segura para realizar suas atividades mesmo diante de muitas dificuldades!!!!

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Re: Comente
by Rita Ferreira Sales de Jesus - Monday, 16 July 2012, 8:35 PM
 

Tenho um aluno na minha turma com necessidades especiais, não existe nenhum preconceito na escola  com relação aos colegas, professores e funcionários, as dificuldades são relacionadas a metodologia de trabalho, pois não fiz curso em educação especial por isso tenho dificuldades na elaboração de atividades, como também o mobiliário escolar não atende as suas necessidades e  não existe apoio dos órgãos competentes na formação do professor.

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 22 July 2012, 11:29 PM
 

Infelizmente o mobiliário e a arquitetura da escola estão distantes de atender as especificidades de muitos estudantes com deficiência. Ter a consciência disso é o primeiro passo para reivindicarmos as adaptações... às vezes demora a acontecer, mas precisamos tentar!

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Re: Comente
by Cris Montes - Friday, 27 July 2012, 8:38 PM
 

A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais é uma realidade. Não podemos mais aceitar que professores e escolas não estejam preparados para receber esses alunos. Enquanto professores, devemos estar sempre em busca de qualificação profissional e, por esta razão, devemos nos atualizar e buscar nos cursos de formação a capacitação necessária para trabalhar com esses alunos.

Alunos com deficiência estão chegando às escolas a cada dia, fazendo com que toda a comunidade escolar se adapte a esta realidade, a fim de que a inclusão aconteça efetivamente.

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 22 July 2012, 11:29 PM
 

Infelizmente o mobiliário e a arquitetura da escola estão distantes de atender as especificidades de muitos estudantes com deficiência. Ter a consciência disso é o primeiro passo para reivindicarmos as adaptações... às vezes demora a acontecer, mas precisamos tentar!

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Re: Comente
by Suely da Costa Fernandes - Tuesday, 17 July 2012, 11:20 PM
 

Nunca presenciei nenhuma atitude de protecionismo, mas acredito que em tal caso, os motivos devem ser justos e plausíveis.

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Re: Comente
by Denise Garcia - Tuesday, 24 July 2012, 10:52 AM
 

 

Sou professora de séries iniciais e tive, no primeiro ano, uma aluna que tem sequelas de mielomeningocele, locomovendo-se com andador. Como cheguei à escola com o ano letivo em curso, não tive oportunidade de entrevistar os pais dos alunos antes de começarem as aulas. Então, no segundo dia de aula, a mãe foi até a escola exigir de minha parte um tratamento diferenciado com a menina, pois no dia anterior ela ficou sabendo por outras pessoas, que eu havia deixado a mesma ir até o refeitório da escola somente com duas colegas, o que não era verdade, pois eu acompanho meus alunos onde eles forem. Mas, aproveitando que a mãe estava na escola, conversei com ela, ressaltando que a menina necessitava ter independência em seus atos, pois a escola estava preparada para dar este suporte a ela, tendo rampas de acesso, banheiro adaptados e outros. Destaquei também que se não deixássemos ter esta liberdade, poderíamos tolher o seu desenvolvimento cognitivo, pois ela é muito inteligente e interessada.

Acredito que com protecionismo os alunos com necessidades especiais se acomodam e não avançam em seu desenvolvimento. Mas não podemos confundir protecionismo com proteção. A proteção é uma garantia constitucional para todas as crianças e, é dever nosso, professores, garantir que existam condições mínimas de acessibilidade para estes alunos.

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Re: Comente
by Fabiana Ramos de Souza - Saturday, 28 July 2012, 11:17 AM
 

bom dia...

Não vivenciei essa realidade, mas penso que atualmente muito tem se falado sobre a inclusão. Culturalmente temos evoluído no que se refere aos alunos deficientes inclusos na sala regular de ensino. Pelo menos na minha cidade, pode-se ver que as políticas educacionais em relação a esse tema tem dado resultado.

Há crianças surdas, cegas ou com algum distúrbio inseridas na sala de aula de ensino comum e a rede municipal de ensino do município ainda investe na capacitação dos professores para atender a demanda.

Até mais

Fabiana

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Re: Comente
by Fabiana Ramos de Souza - Saturday, 28 July 2012, 11:18 AM
 

O atendimento educacional especializado precisa de uma atenção maior, pois muitas vezes, os profissionais dessa área ficam perdidos em como auxiliar os alunos, por não terem apoio dos outros professores e da própria escola. Acabam sendo vistos como intrusos porque não participam das aulas “normais” e acabam tendo pouco contato com o dia-a-dia do aluno em sala de aula. 

            Acredito que existam profissionais extremamente comprometidos e dispostos a transformar o ensino para TODOS, e também acredito que os esforços do poder público para tentar regulamentar e dar subsídios para que as pessoas portadoras de deficiências sejam bem atendidas e tenham seus direitos garantidos é muito válido, mas ainda precisam de adaptações como citei anteriormente.

 até mais, Fabiana

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Re: Comente
by Cris Montes - Sunday, 29 July 2012, 8:53 PM
 

Fabiana, compreendo sua preocupação no tocante a relação entre o professor de AEE e o professor de sala de aula e acredito também que somente o trabalho em parceria trará um resultado efetivo na inclusão de alunos com necessidades educativas especiais.

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Wednesday, 3 October 2012, 7:54 PM
 

Olá, Fabiana Ramos de Souza!

Além de tutora, atou como professora do Atendimento Educacional Especializado e concordo  com você sobre a necessidade de maior investimento na nossa formação continuada porque com a inclusão crescente a cada dia surgem novos desafios eestudantes com cada vez mais especificidades....

Não podemos esquecer que o professor da sala regular e os demais funcionários devem acompanhar essas mudanças de atitudes e obter informações sobre o processo educacional inclusivo...

Felizmente, várias escolas e profissionais estão vivenciando a construção de uma escola verdadeiramente inclusiva, onde todos devem ser respeitados e incentivados a exercer sua cidadania.

Abraços virtuais.

Jeyse Anny (Moderadora)

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Re: Comente
by Karen Ramos - Monday, 30 July 2012, 7:42 PM
 

Na rede de ensino em que trabalho a inclusão de alunos com necessidades especiais é algo muito importante.

Já convivi com alunos de várias deficiências e apesar de receber várias formações sobre o assunto me pego, ocasionalmente, superprotegendo esses alunos. É necessário reconhecer as potencialidades de cada aluno para auxiliá-los no desenvolvimento dele como cidadão.

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Re: Comente
by gizelda simoes alves - Thursday, 23 August 2012, 6:36 PM
 

Nunca presenciei mas as pessoas tem uma errônea ideia de que uma criança com necessidades especiais seja diferente em todos os ângulos.

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Re: Comente
by Jéssica Teixeira - Friday, 7 September 2012, 2:39 PM
 

Já presenciei sim, casos de super proteção com crianças especiais, mais por questão de respeito e ética, prefiro não comentar sobre o que eu vi. Mais vou comentar o que eu penso sobre o assunto. Há pais que super protegem seus filhos especiais, pois tem zelo e cuidado com a saúde e preocupação com seu desenvolvimento tanto motor quanto cognitivo. É preferível você ter pais que são preocupados e protetores do que ter pais que não estão nem um pouco interessados no desenvolvimento do filho, pois assim a criança pelo menos é bem cuidada e bem protegida pelos pais preocupados por aqueles que não se preocupam.

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Re: Comente
by denise de andrade - Monday, 17 September 2012, 3:25 PM
 

Já presenciei sim este tipo de comportamento excessivo da própria família em não acreditar que a escola é capaz de dar conta se tivesse sim apoio desta família.Devemos tratar todos de maneira igual respeitando suas diferenças apenas isso.

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Re: Comente
by marisa borges - Monday, 17 September 2012, 3:38 PM
 

Concordo plenamente com a tua colocação os pais devem acreditar na escola ,pois a responsabilidadeda escola redobra em relação aos alunos com habilidades diferenciadas.A capacidade da escola é muito maior atualmente,pois em alguns casos necessita de  apoio de especialista no assunto e não obtém resposta e o problema fica sem solução e a situação muitas vezes piora ao invés de melhorar.

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Re: Comente
by LUCINDA MARIA INACIO DE ALMEIDA - Sunday, 9 September 2012, 5:48 AM
 

Não,porém creio que seja natural tentar proteger e evitar que a criança sofra com o preconceito.

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Re: Comente
by Marisete Domingues Martins - Monday, 10 September 2012, 6:03 PM
 

Olá pessoal!

 

Trabalho em escola pública na rede Estadual e tenho alunos com necessidades especias em minha turma. Procuro desenvolver o potencial de cada aluno, fazendo atividades que permitam essa troca de saberes entre todos, valorizando  avanços  e possibilitando novas tentativas sem protecionismo .

 

 

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Re: Comente
by Tânia Schmidt - Monday, 17 September 2012, 3:36 PM
 

Acredito mesmo que não deve haver protecionismo, que se deve procurara desenvolver  o potencial de cada um individualmente. O que ocorre, muitas  vezes, é que a família deseja um tratamento diferenciado para o seu filho(a) , atrapalhando assim o dsenvolvimento do mesmo. A família deve acreditar na escola, mantendo uma relação de parceria e  não de repulsa, sempre que houver algum problema.

Picture of denise de andrade
Re: Comente
by denise de andrade - Monday, 17 September 2012, 3:48 PM
 

Concordo plenamente contigo,Tânia,a família tem que ser parceira da escola,só juntas podemos fazer uma caminhada de sucesso.

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Re: Comente
by marisa borges - Monday, 17 September 2012, 3:52 PM
 

Concordo ,pois todos merecem um tratamento diferenciado por serem crianças e devem desenvolver seus potenciais conforme seu tempo e crescimento.

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Re: Comente
by Tânia Cristina Dourado Ornelas - Sunday, 16 September 2012, 7:37 AM
 

Sim, já presenciei muitos momentos de proteção extrema com relação à crianças com deficiência, trabalho muito com esse tipo de aluno e realmente as escolas não estão preparadas para recebê-las. Falta muito por fazer, mas é preciso que os educadores comecem e se envolvam com a inclusão, percebo alguns colegas que dizem não gostar nem estar preparados e conheço pais que nem colocam seus filhos na escola por medo e insegurança.

Picture of marisa borges
Re: Comente
by marisa borges - Monday, 17 September 2012, 3:27 PM
 

As escolas deveriam receber as cranças com o acompanhamento feito através de políticas públicas,pois a familia deveria ter assistência de  um serviço especializado. O problema deve ser préviamente supervisionado por assistentes sociais,pediátras,neuro-pediátras etc,para que a criança chegue à escola com laudos e pareceres para um melhor desenvolvimento do aluno.

Picture of denise de andrade
Re: Comente
by denise de andrade - Monday, 17 September 2012, 3:34 PM
 

Marisa,fecho contigo em tudo que postastes aqui,comprometimento da família com tudo que lhe é pertinente.

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Re: Comente
by ana simara fragoso - Monday, 17 September 2012, 3:46 PM
 

Marisa Borges também penso que as políticas públicas simplesmente abandonam nossos alunos, deixando-os à margem do processo educativo. Na maioria das vezes, o professor identifica os sintomas, encaminha o aluno, mas não existem profissionais  que possam atendê-lo. Abraços

Picture of denise de andrade
Re: Comente
by denise de andrade - Monday, 17 September 2012, 3:51 PM
 

Realmente,Ana Simara,professores sózinhos não podem fazer quase nada,só o que está ao nosso alcance a não ser em parceria com a família.

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Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Wednesday, 3 October 2012, 8:10 PM
 

Parabéns pelas discussões postadas sobre o protecionismo e para além dele....

É muito bom perceber o interesse, engajamento e a articulação de todos os cursistas quanto à qualidade da educação inclusiva.

Destaco que os laudos e pareceres dos profissionais que atendem estes alunos são importantes para nortear o trabalho pedagógico, porém a minha realidade demonstra que não está constituída a rede de atenção à criança, prevista em lei, na qual todos deveriam ter um tratamento médico e multiprofissional gratuito e de qualidade, adequado às suas especificidades de cada um.

Infelizamente o que percebemos são estudantes sem qualquer atendimento ou com acompanhamentos mensais, que não suprem  as necessidades mínimas.

Depende de cada um de nós, reivindicar essas necessidades básicas de nossos estudantes, acionando os mecanismos legais e requerendo políticas públicas para assegurar os direitos previstos em lei.

Bom trabalho!

Jeyse Anny (Tutora)

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Re: Comente
by Cris Montes - Wednesday, 10 October 2012, 6:06 AM
 

Concordo com essas colocações. O que tenho a acrescentar é que considero o parecer clínico ou laudo médico como um "documento" comprovador da necessidade do aluno. Ao professor cabe o trabalho pedagógico, independente de o aluno ter ou não um parecer clínico. O professor, por meio da observação ao aluno, tem a capacidade de detectar entraves no tocante ao seu desenvolvimento e criar estratégias de aprendizagem específicas para esse aluno.

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Re: Comente
by Valdenice Quinalle - Tuesday, 18 September 2012, 6:06 PM
 

Já presenciei uma relação de protecionismo,  é uma situação comum, que prejudica a autonomia, o desenvolvimento e habilidade dos educandos que apresentam alguma deficiência. A escola precisa ser concebida como espaço sociocultural, construído no cotidiano das práticas escolares, abrindo para a possibilidade de pensar o processo educativo escolar como heterogêneo fruto da ação recíproca entre sujeito e instituição, e capaz de reconhecer e incorporar positivamente a diversidade no desenvolvimento dos alunos como sujeitos socioculturais,por exemplo, quando sugere planos de desenvolvimento individualizados das escolas deve-se respeitar a identidade social e cultural dos alunos, participação ativa dos pais nas decisões das escolas e outros meios pelos quais podemos compatibilizar os princípios de uma educação verdadeiramente inclusiva, com alternativas pedagógicas e organizacionais necessárias à sua consecução.

Picture of Almiralice  Moraes dos Santos
Re: Comente
by Almiralice Moraes dos Santos - Friday, 21 September 2012, 2:57 PM
 

Não. Na minha concepção devemos dá oportunidades para as       crianças com necessidades especiais desenvolver suas habilidades de acordo com as potencialidades de cada um. O protecionismo limita as crianças, prejudicando o desenvolvimento de novas habilidades e atrapalhando a independência.

Picture of MARYCELMA  DOS SANTOS CAMPOS LIVRAMENTO
Re: Comente
by MARYCELMA DOS SANTOS CAMPOS LIVRAMENTO - Thursday, 27 September 2012, 7:26 PM
 

Já presenciei tanto de uma mãe como de um professor, que por seu aluno ser autista está sempre com o mesmo no colo tratando como um bebê, dessa maneira dificultando o desenvolvimento da autonomia. Reforçando também as dificuldade que essa criança já apresenta devido a síndrome.

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Re: Comente
by Alverina do Couto Ferreira - Saturday, 29 September 2012, 4:19 PM
 

tambem tenho um aluno autista, e procuro tratá-lo sem protecionismo, claro que procuro compreender suas limitações, desenvolvendo atividades que possam possibilitar algumas descobertas.

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Re: Comente
by Jose Augusto Costa - Saturday, 13 October 2012, 8:04 AM
 

Muitas vezes as eficiencias desses alunos, supre as nossas deficiencias. E quantas vezes não aprendemos com eles?

Picture of Jose Augusto Costa
Re: Comente
by Jose Augusto Costa - Saturday, 13 October 2012, 8:07 AM
 

nunca presenciei algo parecido.

Picture of loiri angelina fracaro tres
Re: Comente
by loiri angelina fracaro tres - Sunday, 28 October 2012, 6:32 PM
 

Eu também ainda não tive esta experiencia.

Picture of Kátia Nakamura
Re: Comente
by Kátia Nakamura - Sunday, 28 October 2012, 4:35 PM
 

Já tive a oportunidade de vivenciar uma experiencia dessas. Tive uma aluna com comprometimento motor, era cadeirante. Sua mae, no inicio do ano letivo, sempre deixava recomendaçoes sobre o que a aluna podia ou nao fazer, o que deviamos fazer com ela no recreio, etc. A mae chegou inclusive a permanecer semanas na escola ( a tarde toda) par verificar se estavamos sabendo lidar com a aluna. Nas aulas de educaçao fisica entao...era pior ainda. A mae simplismente nao permitia a participaçao de sua filha dizendo que ela nao daria conta das atividades e poderia ser ridicularizada pelas outras crianças. Mas a professora foi bastante firme com a mae, explicando que quem mostraria os limites nas atividades seria a luna, que participaria sim das aulas uma vez que seriam adaptadas a fim de integrá-la ao grupo. Com o passar do tempo a mae foi pegando confiança e foi soltando mais a aluna que se tornaou mais autonoma e confiante.

Picture of Jeyse Anny Oliveira
Re: Comente
by Jeyse Anny Oliveira - Sunday, 18 November 2012, 4:50 PM
 

Kátia Nakamura , infelizmente, às vezes, a própria família tentar proteger, mas acbaba limitando o desenvolvimento da pessoa com deficiência. Cabe a nós, profissionais da educação, estar atentos e atuar para combater atitudes como esta, que limitam o desenvolvimento.

Fico feliz com a iniciativa, que conquistou a confiança da família e quebrou um pouco o ciclo da superproteção.

Abraçõs virtuais.

Jeyse Anny

(Tutora\ Mediadora)

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Re: Comente
by Leoneide Soares do Nascimento Maranhão - Thursday, 8 November 2012, 6:57 PM
 

Somos impotente em alguma ocasião.Temos que acreditar que um dia vai mudar.

Picture of adelaine leite de miranda
Re: Comente
by adelaine leite de miranda - Monday, 12 November 2012, 7:35 AM
 

nunca vivenciei, mais creio que nos olhos dos humanos todos somos diferentes ,mas para o olhar de deus todos somos iguais .

Picture of Márcia Aparecida Corrêa de Souza
Re: Comente
by Márcia Aparecida Corrêa de Souza - Tuesday, 20 November 2012, 5:44 PM
 

Olá, já presenciei, e minha opinão é que ela é válida desde que não seje muito estrema. Porém eles, ou melhor todos nós uma hora ou outra necessitamos de proteção.

Picture of Juliana Oliveira da Silva Santos
Re: Comente
by Juliana Oliveira da Silva Santos - Friday, 23 November 2012, 5:38 PM
 

Não consigo me lembrar de uma situação em especial, mas posso afirmar que esse tipo de atitude é muito comum. A grande maioria dos professores não se sentem preparados para a inclusão, e por isso, visando não prejudicar o aluno com necessidade especias, acaba por adotar uma postura de proteção, de facilitação, o que pode até ser visto como uma substimação do mesmo.

Picture of Geovânia Castro dos Anjos
Re: Comente
by Geovânia Castro dos Anjos - Sunday, 2 December 2012, 1:03 PM
 

NUNCA PRESENCIEI. ACREDITO SER UM ASSUNTO MUITO DELICADO DE SE TRATAR, UMA VEZ QUE TEMOS EM UM LADO A FAMÍLIA QUE JÁ TEM ESSA IDEIA DE SUPER PROTETORA.

Karla Emanuelly Ferreira Sá
Re: Comente
by Karla Emanuelly Ferreira Sá - Tuesday, 18 December 2012, 1:08 PM
 

Ainda não vivenciei casos assim.

Picture of Cristiane Pereira de Camargo Moraes
Re: Comente
by Cristiane Pereira de Camargo Moraes - Wednesday, 26 December 2012, 8:04 AM
 

Já presenciei muitas vezes, por trabalhar numa sala de recursos multifuncionais, me deparo muito com essas situações com os pais e até com os professores, tem um caso em que o aluno tem liberdade de fazer apenas o que quer, se estiver com vontade de fazer, a fala da professora é "FAÇA ATÉ AQUI SÓ, NÃO PRECISA FAZER TUDO" e ele se aproveita da situação, em casa ele que manda , vejo isso com muita dificuldade, pois ele tem muita capacidade de avançar mas isso não ocorre pois não lhe é cobrado igual aos outros alunos.

Picture of anabeltry straub bassetti
Re: Comente
by anabeltry straub bassetti - Saturday, 29 December 2012, 4:36 PM
 

Nunca vivenciei situação parecida. Porém acredito que seja natural essa ideia de proteger uma pessoa com necessidades especiais, pois temos uma concepção de fragilidade e impotência com relação a esta pessoa.

Picture of Tairine Suelen Carneiro
Re: Comente
by Tairine Suelen Carneiro - Monday, 7 January 2013, 12:53 PM
 

Não passei por nehuma situação dessas. Acredito que o professor deve estar preparado para estas situações, pois estamos sujeitos a elas. Com a inclusão social, temos que estar dispostos a estudar, e nos atualizar para receber nossas crianças em sala de aula bem preparados.

Picture of Márcia Cristina Diniz
Re: Comente
by Márcia Cristina Diniz - Monday, 7 January 2013, 2:58 PM
 

Sim, já presenciei este tipo de atitude; foi péssimo.Me parece que estas crianças passam a se utilizar de seu problema de forma predatória, pois este, imagina que somente tem direitos e não deveres, além de se tornarem desobedientes, e briguentos; minimizam suas oportunidadesde aprendizado.

gestação143
Re: Comente
by carla assunção rosa firmino - Friday, 11 January 2013, 3:04 PM
 

Passei sim quando acompanhei uma menina no pre II em 2009 onde um pai super protegeu a menina e ela só ficava na sala com a presença dos pais; A mesma teve que  passar por um acompanhamento psicologico e pisicopedagogia para poder dois anos depois ficar na escola sem a presença dos pais mesmo ainda com dificuldades de socialização e de adaptação

Por isso aconselho aos pais que mesmo que seus filhos tenha alguma limitação ajude-o a supera-la,

Picture of Agueda Aparecida Verchinski Cuencas
Re: Comente
by Agueda Aparecida Verchinski Cuencas - Sunday, 20 January 2013, 9:07 PM
 

Quando nos deparamos com uma pessoa com necessidades especiais, o primeiro impulso é proteger, tornar tudo mais facil para essa pessoa, muitas vezes até podar seu desejo de tentar fazer algo, mas é precisso estarmos muito atentos, pois essas crianças, pessoas possuem limites que precisam ser superados e potencialidades a ser desenvolvidas, cabendo a nós estarmos  e ajudá-las noseu desenvolvimento seja ele pedagógico, intelectual e pessoal.

Picture of Agueda Aparecida Verchinski Cuencas
comente
by Agueda Aparecida Verchinski Cuencas - Sunday, 20 January 2013, 9:09 PM
 

Quando nos deparamos com uma pessoa com necessidades especiais, o primeiro impulso é proteger, tornar tudo mais facil para essa pessoa, muitas vezes até podar seu desejo de tentar fazer algo, mas é precisso estarmos muito atentos, pois essas crianças, pessoas possuem limites que precisam ser superados e potencialidades a ser desenvolvidas, cabendo a nós estarmos  e ajudá-las noseu desenvolvimento seja ele pedagógico, intelectual e pessoal.

Picture of Jeane Lana
Re: Comente
by Jeane Lana - Monday, 21 January 2013, 1:30 PM
 

Boa tarde! Em questão deste tipo de aluno , passei ´por uma experência um tanto desagradável, começei o ano com um aluno com grandes dificuldades de se comunicar e se socializar precisei procurar ajuda de um profissional da area, que me aconselhou a trazer para o aluno a auto-confiança e autonomia, com atividades práticas que não fugia de seu potencial e idade mas provocava um certo desenvolvimento pessoal que  sua mãe não aprovou, pois achava que o aluno não era capaz de fazer, sendo que o mesmo tinha dificuldades mais se deicava em realizar e com paciência conseguia, mais acredito que temos que trabalhar a visão dos pais.A mãe achou que era muito sacrifício para seu filho e retirou da escola fiquei muito triste mais tenho certeza que algo mudou naquela criança

Picture of Dalva Martins
Re: Comente
by Dalva Martins - Monday, 21 January 2013, 4:31 PM
 

No ano passado ocorreu um caso desse em nossa escola, a criança só ficava na sala de aula se o pai, a mãe ou a tia ficasse do lado de fora a esperando. Foi uma situação desagradavel para todos, a dificuldade dos pais da criança em lidar com a situação era grande. O caso foi encaminhado para atendimento psicológico.

Picture of Christine Gomes Fonseca Bemfica
Re: Comente
by Christine Gomes Fonseca Bemfica - Sunday, 27 January 2013, 11:16 PM
 

Sim, temos em nossa escola uma criança com síndrome de Down, esta menina consegue se locomover sem problemas, mas os funcionários, vice diretora e outros, tendem a carregá-la até o refeitório ou até a van que a leva para a casa. Pense que esta criança tem que adquirir sua autonomia de forma ampla, pois ela não tem problema algum para andar.

Picture of ENEDE  FINATTO
Re: Comente
by ENEDE FINATTO - Saturday, 2 February 2013, 2:17 PM
 

NÃO PASSEI POR ISSO,MAS TEMOS O INSTINTO DE PROTEGER , AJUDAR E DEFENDER UMA PESSOA PORTADORA DE ALGUMA NECESSIDADE ESPECIAL.INDEPENDENTE DA SITUAÇAO OU DO TIPO DE DEFICIENCIA.

Picture of Margarete Monteiro
Re: Comente
by Margarete Monteiro - Wednesday, 20 February 2013, 9:37 PM
 

Sim , é o que mais vejo nas escolas e envolve toda a comunidade escolar , as pessoas reagem ora protegendo e julgando que essas pessoas são totalmente incapazes ou simplesmente as ignoram.

Picture of Margarete Monteiro
Re: Comente
by Margarete Monteiro - Friday, 1 March 2013, 5:30 PM
 

Trabalho na Rede Pública da Prefeitura de São Paulo e desde sempre tenho recebido alunos com deficiência , procuro executar meu trabalho com segurança e busco informações para melhor atender meus alunos. Como trabalho na Educação Infantil a proteção ainda é mais exacerbada , mas procuro conscientizar os que atuam comigo , que nosso papel é o de colaborar para que aquela criança desenvolva ao máximo o seu potencial e se torne o mais autônoma possível. Só me ressinto , da falta de condições de trabalho das escolas por excesso de alunos por turma o que prejudica o acompanhamento mais detalhado de cada criança independente de ser ou não especial.

Picture of Juliana Aparecida Santos
Re: Comente
by Juliana Aparecida Santos - Friday, 8 March 2013, 3:55 PM
 

Olá Margarete, concordo que a super lotação da sala de aula prejudica a aprendizagem, desenvolvimento e acompanhamento de todos os nossos alunos.

Picture of Juliana Aparecida Santos
Re: Comente
by Juliana Aparecida Santos - Friday, 8 March 2013, 3:52 PM
 

Sim, principalmente por parte da família que realiza uma super proteção em relação à crianças com necessidades especiais. Já na escola não vejo que esses alunos são super protegidos, pois recebem um tratamento igual a todos os alunos da unidade escolar. Porém os conteúdos são adaptados de acordo com suas dificuldades.

Picture of Cibele Machado Maier
Re: Comente
by Cibele Machado Maier - Saturday, 9 March 2013, 9:01 PM
 

Nunca presenciei, mas penso que devem ser tratadas "iguais", levando em conta suas necessidades.

Picture of Ileusa  Costa da Silva
Re: Comente
by Ileusa Costa da Silva - Saturday, 16 March 2013, 11:40 PM
 

Atualmente o tema Educação Especial tem sido muito discutido no âmbito educacional. Porém, ainda há resistências por parte de muitos educadores referente aos trabalhos na sala de aula do ensino regular, quando é preciso realizar atividades com alunos com necessidades educacionais especiais que venham atendê-los realmente na perspectiva de inclusão e não somente de integração.

Visto que,  integrar e incluir são diferentes, mas,  devem estar relacionados no meio escolar.

Para  uma escola ser de fato inclusiva, esta  deve  em parceria com a família, conhecer a realidade extraescolar do aluno especial, pois é fundamental para faciltar o trabalho do educador, da aprendizagem do aluno, e, sobretudo, trabalhar de forma inclusiva atendendo as especifidades do educando.

Em suma, é imprescindível que o educador da atualidade esteja em constante formação, para a sua atuação enquanto docente numa escola que deve trabalhar a igualdade sabendo lidar com as diferenças.

Picture of Fernanda Azeredo Hipolito Couto
Re: Comente
by Fernanda Azeredo Hipolito Couto - Monday, 27 May 2013, 10:02 PM
 

Olá pessoal! Infelizmente ainda é muito "comum" presenciarmos situações de protecionismo nos ambientes escolares, mas precisamos aprender a lidar com as diferenças e incentivar o respeito as diversidades na turma.

Picture of Edvone  Galvão
Re: Comente
by Edvone Galvão - Thursday, 30 May 2013, 1:55 PM
 

Ainda não presenciei situações com alunos que demonstrem necessidades especiais, mas sempre percebo nos casos que ouço que os demais alunos os recebem com naturalidade, convivem muito bem e se interagem sem maiores problemas. Na maioria das vezes são os adultos que sentem receios em lidar com o diferente e para ter a sensação de controle, veem a proteção como resolução de problemas que ainda não aconteceram. O lúdico sempre ajuda em todas as situações para manter o foco dos alunos independente de ter ou nao necessidades especiais. As novas tecnologias facilitam de certo modo e devem ser bem escolhidas para agreguem realmente valores e nao só diversão e passa tempo.

Picture of Maria Lidiane Pinheiro Silva
Re: Comente
by Maria Lidiane Pinheiro Silva - Friday, 21 June 2013, 9:09 AM
 
A inclusão social se constrói diariamente por todos e por cada um.
Picture of Adriana A. Souza Fonseca Melo
Re: Comente
by Adriana A. Souza Fonseca Melo - Tuesday, 27 August 2013, 7:45 PM
 

Concordo.

Picture of Adriana A. Souza Fonseca Melo
Re: Comente
by Adriana A. Souza Fonseca Melo - Tuesday, 27 August 2013, 7:45 PM
 

Trabalho com crianças de seis anos, em alfabetização.Atualmente tenho uma aluna com deficiência física (distrofia muscular). A aluna apresenta dificuldade na locomoção, porém não há prejuízos pedagogicos. A mesma participa das atividades propostas como qualquer outra criança, mas é comum perceber na comunidade escolar a "penalização" pela condição física da aluna. A equipe de apoio procura conscientizar a mesma sobre a importância do trato, para que o processo inclusivo de fato aconteça

Picture of Michele  Thomaz
Inclus'ao
by Michele Thomaz - Monday, 16 September 2013, 7:06 PM
 

Sim. Muitas vezes, acontece constantemente fico indignada porque a pessoa esta negando as possibilidades e habilidades do outro.

 

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